A MALDADE HUMANA não tem limites ?

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Na actualidade em pleno século XXI, homens e mulheres ainda são torturados: espancamento, privação de sono, asfixia e choques elétricos estão entre os métodos de tortura mais comuns, segundo o relatório anual da Amnistia Internacional. Ao longo da História, outras ferramentas (tão ou mais assustadoras) foram utilizadas para obter informações, impôr medo, castigar ou apenas mostrar poder. Para o psiquiatra Jung, é o torturador que não se resolveu consigo mesmo. “Um homem saudável não tortura os outros. Em geral, é o torturado que se torna o torturador”, afirmou.

Aqui ficam duas das muitas máquinas de tortura utilizadas na Idade Média e que envergonham o HOMEM …o tal racional.

 

A Roda Maldita

De Roda Viva este aparelho não tinha nada! Consistia numa roda na qual o torturado era preso com as costas voltadas para o interior do instrumento. Abaixo da roda, o torturador colocava fogo. A roda, então, era girada. A pessoa assava, aos poucos, como se estivesse em uma churrasqueira, acima da brasa. Em outros casos, o carrasco substituía a brasa por objetos pontiagudos, o que fazia com que, conforme a roda fosse girando, a pessoa fosse sendo mutilada aos poucos.

 

A Máscara da Infamia

Esse instrumento promovia uma caça às mulheres linguarudas. Isso mesmo, quem fosse muito bisbilhoteira na Escócia do anos 1500 corria o risco de ter a cabeça trancada numa gaiola de ferro. Presa à gaiola, uma placa de freio às vezes era inserida na boca da mulher (para dominar sua língua). Por serem de ferro cortante, muitas placas causavam sangramentos na boca do torturado. Mas a tortura não parava por aí: na maioria das vezes, as mulheres – geralmente as que mais sofriam com o método – eram levadas a determinadas cidades para serem expostas publicamente.

 

— Fonte : Super.abril.com.br

Despedida ao Guizinho …um gato de rua…..

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Surgiste na minha vida naquele dia em que vinhas acompanhado por uma gatinha velhinha e doente como se fosses o seu amparo. Tu…um gato de rua tal como ela, com ares de cavalheiro pareceste-me simpático e entre nós algo houve que nos levou a uma franca amizade até ao dia de hoje.

Lembro-me que trazias uma coleira suja como seria normal num gato de rua como tu. Dependurado na dita coleira lá estava um guizinho que haveria de te dar o nome porque nos conhecemos até agora. Guizinho…Guizinho chamava eu para te colocar o prato do almoço ou do jantar! E lá vinhas tu em corrida felina até ao meu quintal saltitando satisfeito como todos os gatos que não possuindo um dono e uma casa esperam anciosamente por uma mão amiga. E desde então nunca te faltou essas saborosas refeições.

Mas há algum tempo atrás…a tua magreza denunciava que o teu corpinho frágil não estava bem…..mas fomos esperando pensando que a magreza seria das tuas noites inquietas de rua em rua até que foi mesmo decidido levar-te ao doutor veterinário….a muito custo já que tu nos trocavas os passos.

E foi nesta triste manhã que ouvi com o coração apertado…a tua sentença. A tua doença não tinha cura, era contagiosa para os felinos aqui do Bairro e o teu sofrimento embora silencioso já era grande. Confesso que quando te levei esta manhã para seres observado tinha uma réstea de esperança na tua cura, mas depois de alguns exames veio então o veredito terrível. Não pudeste regressar comigo…e não calculas como me senti triste e impotente perante a tua desgraça.

Perdoa-me querido amigo Guizinho…mas jamais pensei que estivesses em situação tão delicada. E como escreveu o José Jorge Letria num dos belos livros sobre os seus animais de estimação …..Até sempre. No lugar onde vais morar crescerão rosas e açucenas e haverá um fio de água com sal de lágrimas, para te lembrar que esta casa e este quintal será sempre nossa, enquanto a mesa estiver posta e tu correres atrás das borboletas e dos pintassilgos só para me veres rir com a doce alegria dos meninos.

Até sempre amigo.

 

 

Loulé : O mais belo Mercado !

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Foi no dia 27 de Junho de 1908, faz no próximo mês 105 ano, que um dos mais admirados edifícios de Loulé, foi inaugurado. De autoria do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, o nosso belo Mercado de linhas árabes, sofreu algumas alterações desde o documento inicial de 1903. Mas essas mesmas alterações não desvirtuaram de modo nenhum o projecto imaginado por aquele Arquitecto que hoje, muito justamente este blog recorda chamando a atenção uma vez mais para a qualidade e lindeza do edifício. Há quem diga que está entre os três mercados mais bonitos do país. Acreditamos. Não é vulgar passar por uma localidade e ficarmos de certo modo encantados com o seu mercado. Sempre tem acontecido com quem visita Loulé e sobretudo, depois das obras de recuperação 2005/07. E como muito bem diz o nosso amigo Engº Luís Guerreiro, o Mercado de Loulé reabriu, para as mesmas funções para que foi concebido inicialmente, mas numa perspectiva de modernidade, higiene e segurança compatíveis com as exigências dos tempos actuais não descurando a sua componente turística dada a sua localização e as suas características que o tornam no principal ex-libris da cidade de Loulé.

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Fotos: Postal antigo \ década de 30 e foto obtida no dia da reabertura das obras de restauração, por “Obrecolo” Empresa que procedeu às mesmas.

Ron Mueck à beira da perfeição

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Há algum tempo atrás, trouxemos aqui à Louletania, duas imagens de esculturas do hiperrealista Ron Mueck o escultor de nacionalidade australiana que só começou a dedicar-se a este tipo de arte há cerca de quinze anos. Mas o que é certo, é que Ron rápidamente se tornou num dos artistas plásticos mais importantes deste tempo.
*** Para as suas esculturas hiperrealistas, o escultor utiliza silicone, fibra de vidro, resina acrílica e poliéster. Os pêlos das mesmas, são cabelos artificiais e são colocados um a um. E até a própria pele enruga-se acompanhando a posição em que a figura foi esculpida, ou se dobra revelando o excesso de peso e a flacidez.
*** Quando houver uma exposição do Ron Mueck no nosso país é caso para dizer: “Exposição a não perder “.