Trono de Stº António louletano

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Os tronos em honra de Stº António de Lisboa remontam ao Século XVIII e eram por vezes obra de muitos. Os pátios das capital reuniam-se para a construção dos tronos com o apoio das colectividades do bairro. Os materiais que utilizava eram, essencialmente, madeira, esferovite, plástico, papel autocolante de várias cores e tempo. Muito tempo. “Todas as horas livres, até as de almoço, eram para trabalhar no trono. ” No Adicense, a outra colectividade do bairro, mantém-se a tradição, embora, como reconhece o presidente, os tronos que ali se constroem sejam “menos elaborados” do que os da concorrência. Noutros bairros de Lisboa também existiu este costume. Contam-se entre eles a Mouraria, a Lapa e a Bica.

 

Uma velha tradição

A tradição dos tronos de Santo António remonta já ao século XVIII. Terá começado após o terramoto de 1755, quando a igreja daquele que no século XVI se tornou o santo nacional português ficou parcialmente destruída. Particularmente querido dos lisboetas, que o preferem ao santo padroeiro da cidade, S. Vicente, Santo António não podia ficar sem casa. Daí a necessidade de se pedir “um milreizinho para o Santo António” e arrecadar fundos a fim de reconstruir a igreja. Santo António de Lisboa e de Pádua nasceu Fernando de Bulhões em 1195, próximo da Sé de Lisboa, no sítio em que, no século XV, D. João II erigiu a sua igreja. Tornou-se frade franciscano em Coimbra e terá partido para Pádua a convite de Francisco de Assis, onde acabou por falecer a 13 de Junho de 1231. “ (in Jornal Público ).

 

Por cá, na Província, também havia quem os fizesse nalgumas terras em que o fervor pelo Santo, era grande. Hoje poucos são os que podem ser visitados já que os existentes se encontram em casas particulares.

 

As duas fotos que publicamos dizem respeito ao Trono de Stº António, da Família Palma de Loulé, elaborado neste mês de Junho e mais uma vez em louvor de Stº António.

 

Sereias de Quarteira…Mistério desvendado !

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Afinal o pequenino ser misterioso que referimos no post anterior, é apenas uma das muitas criações do artista plástico norte americano residente na Flórida, Juan Cabana, que se dedica ao estudo de animais mitológicos (criptozoologia).
*** Este artista cria as suas obras de arte a partir de pele e espinhas de peixes, barbatanas e ossos de vários animais. As fotos que se publicam hoje mostram-nos alguns exemplares, fruto da sua imaginação e que muita tinta tem feito correr na imprensa mundial .
*** Uma das referidas fotos, correu mundo como sendo a imagem de uma sereia encontrada após o tsunami no Natal de 2004 e que varreu o sudeste asiático.
*** Portanto, podem os meus amigos que detestam animais mitológicos ficar descansados, que no areal da Praia do Forte Novo em Quarteira, não vão achar certamente, nenhum ser estranho além de uma ou outra garrafa de plástico ou latas de refrigerantes que os banhistas menos cuidadosos ali deixam .
*** Afinal as aparências continuam a iludir e uma mentirinha inofensiva para lá do 1º de Abril nunca fez mal a ninguém.
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*** Fotos: Juan Cabana

Fonte : http://www.thefeejeemermaid.com/

SEREIAS AQUI BEM PERTO

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Ainda estamos pasmados com o sucedido esta manhã entre Quarteira e Vale do Lobo. Se não tivéssemos presenciado no próprio lugar, jamais poderíamos contar do surpreendente que foi pegar com as mãos num ser completamente diferente de tudo o que vimos até hoje. Apenas nos livros de duendes e de fadas dos nossos tempos de criança, pudemos contemplar gravuras de seres estranhos como este da fotografia que publicamos.
Pessoa amiga, contactou-nos telefónicamente para nos deslocarmos à praia de Quarteira, mais precisamente um pouco mais à frente na zona do antigo Forte, onde o achador do estranho ser ainda se encontrava . Lá chegados, já se encontravam dois biólogos marinhos e vinham a caminho mais dois técnicos da Universidade de Sevilha.
Só nos resta agora, esperar pelo relatório dos referidos técnicos para sabermos afinal de que ser é este que Juan Cabana, turista norte americano encontrou na vizinha praia de Quarteira. Uma palavra apenas para este acontecimento de uma manhã de quase Verão : indescritível !

*** Foto: Juan Cabana

Coisas das gentes do T E A T R O

VASCO-SANTANA-E-MARIA-DAS-NEVES-EM-O-PATIO-DAS-CANTIGAS

  • O Vasco Santana, um dia foi ao futebol. Chegou ao estádio já o jogo tinha começado. Depois de se sentar, perguntou ao espectador que estava ao seu lado:

 

          • Quantos há ?

Informa-o o homem:

          • Zero a zero !

Admira-se o Vasco:

_ Já ???

 

– Fonte: “ Camarim com janela para a rua” de autoria do actor Varela Silva.