OS CIGARROS DOS NOSSOS PAIS E AVÓS

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Quando era criança um dos recados que me pediam para fazer quase diáriamente era passar pela taberna à esquina da minha rua e comprar para o meu avô,Onças de Tabaco Duque (para enrolar) e para o meu pai os maços de “ Definitivos “. Os mais baratos eram os chamados de Mata Ratos. Os cigarros “ Provisórios “ e “ Definitivos”custavam o mesmo preço. Ambas as marcas vendiam-se

em maços semelhantes, de dois tamanhos; o pequeno, de 12 cigarros, que custavam 8 tostões e o grande de 24 cigarros, que custava 12 tostões.

Eis algumas das marcas daquele tempo e que hoje já não se produzem: Sintra, Provisórios, Cuf, Benfica, Hight-Life, Kart, Paris e as não menos célebres Onças Duque, entre outras.

Fonte: “ Memórias e outras coisas “

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Os principais malefícios à saúde relacionados com o tabagismo referem-se às doenças do sistema cardiovascular, sendo o tabagismo um fator de risco importante para enfarte deo miocárdio (ataque cardíaco), doenças do trato respiratório como a doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e efisema, e cancro, particularmente cancro de pulmão e cancro da laringe e boca. Antes da Primeira Guerra Mundial, o cancro de pulmão era considerado uma doença rara, a qual a maioria dos médicos poderia jamais ver durante a sua carreira profissional. Com o crescimento da popularidade do tabagismo após a guerra, houve um aumento epidêmico de cancro de pulmão.

A incidência de impotência sexuall é aproximadamente 85% maior em fumantes masculinos do que em não fumantes e é uma causa importante da disfunção eréctil e leva à impotência por causar o estreitamento das artérias do pénis e do corpo.

Fonte: Wikipédia – “ O tabagismo e a saúde “

A.C.

 (Fotos: Net )

SE O TSUNAMI DE 1755 FOSSE HOJE……..

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Conventos de Loulé sofreram grandes danos no dia 1 de Novembro de 1755

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O Padre Malagrida pregando após o terramoto no Algarve.

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Geólogos estudam vestígios do passado para documentar o terramoto e tsunami que devastou Lisboa e afectou o Algarve em 1755. Com o litoral a ser o local preferido de grande número da população portuguesa, uma catástrofe idêntica poderia matar cem mil pessoas, diz o especialista César Andrade. Quanto mais tempo passar, maior será a intensidade do fenómeno

“Se houver um tsunami que afecte Lisboa, será de uma magnitude e um impacto impressionantes.” O geólogo César Freire de Andrade defende que, se um maremoto idêntico ao que ajudou a destruir a capital e afectou o Algarve em 1755 acontecesse hoje, o número de vítimas poderia ascender a cem mil.

Cerca de seis mil pessoas terão morrido há 259 anos no tsunami, isto sem contabilizar aquelas que não resistiriam ao terramoto que antecedeu a onda. O professor da Faculdade de Ciências de Lisboa diz ser hoje possível determinar que terá tido uma altura de seis metros. Quanto à sua extensão, as construções entretanto erguidas nos locais afectados impossibilitam que seja feito um registo geológico. Mas a previsão é que o mar terá entrado em terra até onde actualmente se situa o Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio.

Já no Algarve, a onda terá atingido os 11 a 15 metros, com algumas zonas a penetrar 300 a 1100 metros da costa.

O geólogo está a efectuar um estudo para “reconstituir eventos” como o de 1755, averiguando o impacto que tiveram no litoral português.

“É um trabalho de detective, uma espécie de CSI, mas nas rochas”, diz o professor ao DN. O trabalho consiste em furar a coluna de sedimentos – que é formada pelos materiais que o mar carregou, tendo os depósitos ficado enterrados -, sendo que “cada camada é uma folha, que conta uma história”. ( Elizabete Silva Diário de Notícas . – Ciência )

Fotos : (2) Francisco Clareza e uma do Livro “1755 Terramoto no Algarve – “