Depois de ter passado pelo miradouro/castelo, de Vila Velha de Ródão, e a não muitos quilómetros dali, fez-se uma breve paragem na Estação do Fratel, que teve há uns anos, honras de série televisiva . Um Estação igual a muitas outras que encontramos pelo interior do Portugal mais ou menos profundo.
Quase deserta àquela hora e certamente a muitas outras, a Estação do Fratel lá estava à espera de mais um comboio na sua longa vida, a ver passar as grandes máquinas de ferro.
No rádio do carro, numa estação radiofónica local, Vitorino cantarolava a cantiga que ajudou ao sucesso da série televisiva “A Estação da minha vida “ .
E Fratel foi ficando para trás, enquanto fomos cantarolando ao som da bonita canção do Vitorino………. Pouca terra… muita terra…..Deixo um mar de gente em sobressalto…p’ra viver o dia a dia……..Quem me espera…. Quem me dera…………………………..
Texto e fotografia : Palma\ Louletania
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Estação Da Minha Vida
( Autor: Vitorino)
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Pouca Terra, muita Terra
Deixo um mar
De genTe em sobressalto
Pra viver o dia a dia
Quem me espera, quem me dera
Ter-Te ao pé de mim
Pra todo o sempre
Num mundo de fantasia
Vou ficar
Espero agora encontrar
Os campos, FraTel imenso abraço
De mansinho, o sol quando nascer
Vai dar luz
À estação da minha vida
Adeus Tejo, não me deixes
Não posso passar
Sem o silêncio enTendido
Das Tuas águas
Sem vaidades, sem queixumes
Deixem-me viver
Onde com esperança
Um dia fui Tentar a vida
Vou ficar
Espero agora encontrar
Os campos, FraTel imenso abraço
De mansinho, o sol quando nascer
Vai dar luz
À estação da minha vida
