BOTÕES…

Todos nós desde crianças nos habituámos a ver as nossas mães cosendo um botão numas calças ou noutra peça de roupa. Também as retrosarias que todos nós conhecemos em criança vendiam um misto de acessórios de costura desde linhas a botões.

Mas este tipo de negócio começou a decaír desde a chegada do “Pronto a Vestir” e mais tarde com as grande superfícies comerciais. O tempo não perdoa na sua passagem tão rápida que mal damos por ela. Tudo muda à nossa volta e os botões de que falamos hoje…também eles mudaram.

Aqui fica uma pequena descrição do “BOTÃO” nos séculos IXI e XX no nosso país:

Nos tempos áureos da indústria têxtil portuguesa, em finais do século XIX e inícios do século XX, a indústria dos botões estava concentrada nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Mas na década de 1930, a botoaria migrou para Vila Nova de Famalicão, município que integra o Vale do Ave, no Norte de Portugal, que na época era uma das regiões têxteis mais importantes da Europa.

O curioso é que, dentro do município de Vila Nova de Famalicão, foi na freguesia de Louro que se concentraram as empresas produtoras de botões. E foi no Louro que, em 1966, nasceu a LOUROPEL, por iniciativa do empreendedor Carlos Rego – que ganhara experiência e conhecimentos como funcionário da Fábrica de Botões Santo António, também no Louro.

Hoje, a Fábrica de Botões LOUROPEL é parceira de grandes marcas de vestuário, como a Massimo Dutti. “

Voltaremos numa próxima oportunidade, a falar sobre este tema e mostrar mais e variados botões da nossa pequena colecção.

Fotos: José Costa

1 comentário a “BOTÕES…

  1. Muito botão e cedalinas de linha fui comprar para a minha mãe quando eu era miuda. Mariazinha

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