Canções do outro lado do mar

UMA CANTIGA DE AMOR

Esta não é a primeira vez que trazemos aqui uma canção de Maria Betânia. Naturalmente

que isso se deve ao gosto pelas suas composições e pela sua voz. Com mais de vinte e seis milhões

de discos vendidos ela continua a ser, apesar dos seus sessenta e três anos, uma rainha no Brasil, país de mil músicas e de outros encantos.

Não encontrámos no You Tube a sua interpretação desta canção e acabámos por encontrar uma outra, na voz de Joana. A dita canção tem por título “Meu Primeiro Amor “ e apesar de já ter uns largos anos continua a sensibilizar o coração dos admiradores de Betânia.

Momento ideal para lembrar com saudade de um qualquer grande amor da vossa vida.

Palma

15 comentários a “Canções do outro lado do mar

  1. Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. (Drummond de Andrade)

  2. Para a Dalva – O dia mais importante não é o dia em que conhecemos uma pessoa e sim quando ela passa a existir dentro de nós.

  3. Ao tempo que não ouvia esta melodia … gosto deste duo … É Palma … quem não teve um 1º amor … quiça um primeiro grande amor? … o meu tem o nome do nosso amigo da “conquilha” … a quem desde já envio, sensibilizada. um muito obrigada … depois falamos tá? Continuação de bom fim de semana … embalados nesta boa música … Abraço

  4. Talvez o Ovídio teria uma opinião sobre esta canção. Mas deixemos aqui a sua opinião sobre o amorrrrrr.

    Vai, portanto, não hesites. Procura conquistar todas as mulheres. Em mil, haverá talvez uma para te resistir. E quer cedam, quer resistam, todas gostam de ser cortejadas. Mesmo se fores derrotado, a derrota será sem perigo. Mas por que serias repelido, já que toda volúpia nova parece mais gostosa e somos mais seduzidos por aquilo que não nos pertence? A colheita é sempre mais abundante no campo alheiro, e o rebanho do vizinho tem as tetas mais grossas. (Ovídio, A Arte de Amar)

  5. Caros amigos: Esta coisa de amores correspondidos ou não, tem mais que se lhe diga. E estas canções que muitos lhes chamam « dôr de cotovelo» não são mais do que o retrato por que todos nós passamos em alguma altura da vida. E nem sequer sabemos explicar. E explicar para quê ? Oiçamos esta bela melodia que foi um sucesso enorme em todo o Brasil e que todos os grandes cantores daquele país já a cantaram pelo menos uma vez. Bom fim de semana. Palma

  6. Liliana: Não sei realmente se este é um bom mês para a conquilha mas o que é certo é que cá por casa hoje houve jantar delas. \\ As suas estão guardadas à espera de uma oportunidade.\\ Agradecerei ao amigo pescador Luís que é um excelente artista em variadas artes ou não fosse ele algarvio e descendente da moirama. \\ Então e afinal onde pára o tal seu primeiro amor ? Isto já é cusquice a mais…rssssss… mas para não estar aqui a citar de novo o Ovídio como muito bem o fez o Mello, falemos de outras coisas. Um bom fim de semana com a tal desejada chuva que não há maneira de aparecer. Até mais atarde. Abraço – Palma

  7. A propósito de amor, quem nunca escreveu uma carta de amor ? Fernando Pessoa mostra-nos como as cartas de amor são ridículas. Não são de todo.
    Todas as Cartas de Amor são Ridículas

    Todas as cartas de amor são
    Ridículas.
    Não seriam cartas de amor se não fossem
    Ridículas.

    Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
    Como as outras,
    Ridículas.

    As cartas de amor, se há amor,
    Têm de ser
    Ridículas.

    Mas, afinal,
    Só as criaturas que nunca escreveram
    Cartas de amor
    É que são
    Ridículas.

    Quem me dera no tempo em que escrevia
    Sem dar por isso
    Cartas de amor
    Ridículas.

    A verdade é que hoje
    As minhas memórias
    Dessas cartas de amor
    É que são
    Ridículas.

    (Todas as palavras esdrúxulas,
    Como os sentimentos esdrúxulos,
    São naturalmente
    Ridículas.)

    Álvaro de Campos

  8. Nós nunca somos tão desamparadamente infelizes como quando perdemos um amor.
    Sigmund Freud

  9. Pois é Palma; quem é que já não teve um grande amor?… bem, tudo depende da época… na idade da inocência não seria mais uma atracção física?… não acredito em grandes amores na juventude… mal se conhecem… isso é bonito, é nos romances do Romeu e Julieta ou no dos “cotas”, amigos e companheiros de uma vida… isso sim é amor, tudo o resto, vocês sabem,rsrs. \\\ É Palma,o amigo não perdeu tempo e foi-se logo à conquilha, essas sim, posso dizer que foram escolhidas com muito carinho e amor, as mais pequenas ficaram no mar a acabar de crescer, a seu tempo irão parar à mesa… espero que a Lila se delicie o mais tempo possível com elas, as que sobrarem não devem ficar expostas à luz solar, têm tendência a “apodrecer”, e Lila, não agradeça, foram apanhadas com muita boa vontade. Um resto de bom Domingo para todos os que têm grandes conquilhas, perdão, grandes amores,rsrs. Inté. L.F.

  10. Luís: Os tempos de hoje no que diz respeito às paixões e amores será mesmo muito diferente de outros tempos ? Um pouco mais atrás segundo me parece foram ainda mais doentios.É preciso ver que talvez isso fosse fruto da pouca liberdade e portanto do pouco contacto físico. O querer e não conseguir tornava certamente as pessoas frustradas e doentias. Hoje então atravessámos a linha para o outro lado e é então a facilidade das facilidades o que pode tirar o prazer que dá a luta por conseguir algo. E vou-me calar já porque isto parece mais um depoimento daqueles tipos que na televisão falam sobre tudo e mais alguma coisa…… rsss e em muitos dos assuntos não percebem patavina. kkkk. Quanto às conquilhas a Lilla as cozinhará como muito bem entender se bem que o seu conselho de não as expôr à luz tem o seu quê de verdade. Bom domingo. Por aqui chove. Muito pouco por sinal. Mas as ervinhas do quintal agradecem. E eu também – Palma

  11. Luís; recolherei as telas da família Andrade na segunda-feira de manhã. Entretanto questionaram-me quanto à guarda de “S. Sebastião”, eu disse que deverá ficar na CML, é verdade ou deve ser guardado noutro lugar?

  12. Canção que eu guardo num disco de Maria Betânia.

    Quando eu me lembro
    Da minha bela mocidade
    Eu tinha tudo a vontade
    Brincando no boi de Axixá
    Eu ficava com você
    Naquela praia ensolarada
    E a tua pele bronzeada
    Eu começava a contemplar

    Mas é que o vento buliçoso balançava teus cabelos
    E eu ficava com ciúme do perfume ele tirar
    Mas quando o banzeiro quebrava
    Teu lindo rosto molhava
    E a gente se rolava na areia do mar

    Naquela praia ensolarada
    E a tua pele bronzeada
    Eu começava a contemplar

  13. Já encerrou a exposição do nosso amigo Luís Furtado. Visitado por muitos admiradores ou meros passeantes
    teve pelo que ouvimos dizer uma boa aceitação. E graças ao Professor Almeida muitos foram os alunos que passaram pela Galeria do Convento Espírito Santo de Loulé. Até uma próxima.

  14. “A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade”. Carlos Drummon de Andrade

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