DAVID FONSECA: NATAL MUSICAL EM GRANDE

E antes que se vá o  Dia de Natal de 2009, quero-vos presentear com um excelente clip de um cantor português. Trata-se  de David Fonseca,  que interpreta à sua maneira,  uma canção de Natal  sobejamente conhecida mas  que vale a pena   escutar e apreciar  o excelente clip mais uma vez. Um  Bom Natal recheado de boa música.  Palma

6 comentários a “DAVID FONSECA: NATAL MUSICAL EM GRANDE

  1. Excelente o video clip e muito boa a interpretação desta simples mas nunca esquecida canção. Manoel Faro

  2. Bom dia Palma, lá se foi mais um e a gente a ver o que já não é nada mau… como sou um rapazinho obediente levei o seu beijinho a todas as Mães, Avós e Bisavós, além das iguarias próprias da época, e ainda troquei o Televisor por um outro muito maior… a idade também não perdoa a vista… ficaram todas felizes, alguém perguntou do porquê, a resposta foi mesmo de um “louco” Pintor… “porque vocês são todas minhas Mães”. E foi este o meu dia de Natal. \\\ A Branquinha começa a ficar como o Baco, gordinha… não me venha dizer que foi das filhoses que essa não pega, diga antes que é de não saírem de casa… não vão à rua, não fazem “exercícios físicos” e o resultado é o que se vê… bem, antes essa “gordura” que outra,rsrs. Há-de explicar-me como é que conseguiu carregar essas enormes “pedras” para dentro de casa,rsrs. Inté. L.F.

  3. Manoel : também acho o video excelente. E o Snr. Fonseca também não canta nada mal. Tudo junto deu este excelente resultado. Boas Festas

  4. Luís Furtado: O menino já nasceu. O Pai Natal já levou as renas a pastar e moços pequenos, já muitos, «rebentaram» com os brinquedos que aos paizinhos tanto custaram a adquirir. Coisas da Festa.\\ Bonito gesto de um louco pintor. Que haja saúde para que no ano que vem estejam de novo em reunião familiar que é afinal o mais bonito da festa.
    Para a próxima vai para um ecran de 70 mmm para o Ben Hur rsss? ??? \\\ QUanto à Branquinha como tem comido agora uns acepipes de carne de frango está mais gordita e mais lustrosa. Aquela coisa… que vem nas latas não lhe dava lustro rsss. Não fosse o Baco já um senhor de idade e poderíamos ter ali casamento…..Mas também era preciso que a noiva desse o consentimento, pois casamentos à moda do Irão não dão grande resultado\\\ Quanto aos pedregulhos
    foi o amigo Pedro daqui da Junta de S. Clemente que mos trouxe num camião rsssssss. É segredo profissional. Um bom sábado para aí porque aqui o sol voltou a raiar. A tempestade já lá vai e como sabe, depois da tempestade vem….. o « Bonanza» haahaaa. Haja saúde. Palma

  5. Jota Carino é professor universitário aposentado e escreveu esta pequena historinha de Natal.
    Pequena história de Natal com presépio e milagre

    J. Carino

    A menina loura, linda, era dona do mundo. Fazia tudo, queria tudo; sentia-se valente, forte, imortal.

    Um dia, veio a chuva, enfeando tudo, dando vontade de ficar em casa, no aconchego e na languidez. Era para ficar, mas a menina foi.

    Manhã de chuva. Cansaço, talvez, quem sabe distração. Quem sabe dessas coisas? Quem sabe do destino?

    A vida corria e a menina corria. Corria num de seus brinquedos de quatro rodas. Vida célere — é preciso fazer, realizar, querer, ter.

    Correr, voar. Num segundo, a menina correu e voou ao encontro do que parecia o fim…

    A menina acordou. Aos poucos, como quem volta de um pesadelo. Olhou em volta e viu um milagre. Todos estavam ali: pais, parentes, amigos. E lhe pareceu então que aquilo era um presépio. Eles lhe traziam seus presentes de Natal: o incenso da esperança, a mirra do carinho e o ouro da vida.

    O lugar era simples e belo, mais bonito que todos os outros, mais importante que todas as conquistas. Uma alvura de nuvens diáfanas como na representação de qualquer paraíso; anjos de branco passando de mansinho, como a flutuar; um silêncio profundo e quase sólido.

    A menina viu que aquele era o seu presépio, onde havia calor de afeto, aconchego de amor.

    Lá em cima, no céu, a menina viu uma estrela. Uma entre milhões. Aquela era só sua, especial, e a guardava.

    E a menina sorriu, feliz. Agora acreditava num verdadeiro milagre de Natal.

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