Gulliver em Marvão ?

….. Naturalmente que não. Apesar do seu castelo nos lembrar velhas batalhas e lendas das histórias que nos contaram em criança, o Castelo de Marvão é uma das mais belas construções no que diz respeito a Fortalezas de Portugal.. Situado no Alto Alentejo, no Distrito de Portalegre, terá sido tomado aos mouros por D. Afonso Henriques entre 1160 e 1166.

….. D. Sancho II concedeu-lhe Carta de Foral em 1226, visando manter esta sentinela avançada do território, povoada e defendida diante das repetidas incursões de Castela à época.

….. Louletania esteve lá bem no cimo de uma das suas torres e pode-se dizer que ficámos deslumbrados com a vista que nos é proporcionada naquele local..

….. Entre algumas fotos ali obtidas, deixamos aqui duas delas, sugerindo aos nossos leitores uma visita à bela vila de Marvão e à sua espectacular fortaleza que é agora candidata a Património da Humanidade.

….. Fotos: Arquivo / Louletania – Fonte: Wikipédia –

6 comentários a “Gulliver em Marvão ?

  1. Marvão, Castelo de Vide, Monsaraz, tudo magnificas terras portuguesas desconhecidas de muitos portugueses que apenas sabem denegrir o seu país e tudo com ele relacionado. Autênticas vespas. Vão por aí acima ou por aqui abaixo e vejam o que há de belo. Dina

  2. Li esta tarde que o nosso Pavilhão em Xangai fez furor.
    O pavilhão de Portugal foi um dos mais visitados da exposição mundial e no passado sábado, na véspera do seu encerramento, ganhou um dos três galardões de Design atribuídos pelo Bureau International des Expositions.

    Portugal apresentou-se na Expo 2010 de Shanghai, na China, como “Uma Praça para o Mundo”, dando a conhecer a imagem de um país inovador, competitivo e cosmopolita. E o mundo rendeu-se aos seus encantos, apreciando o conteúdo e a forma do pavilhão luso. O inusitado revestimento de cortiça de toda a fachada do pavilhão, imagem de marca a que ninguém terá ficado indiferente, foi uma ode à versatilidade deste recurso, protagonizada por Carlos Couto, arquitecto que assinou o projecto de decoração. Não raramente, ao longo dos 184 dias de exposição, aconteceu que muitos dos chineses que se abeiravam de tão estranho material em tão orientais paragens, tocavam, cheiravam e arrancavam pedaços de cortiça, qual relíquia para mais tarde recordar.

  3. Palma; chegou a ver os pássaros pelas costas?… segundo os seus Habitantes, (no ponto mais alto da fortaleza), é o único sítio de Portugal onde isso acontece,rsrs. Há uma zona em Castelo de Vide a que lhe chamam a Sintra do Alto Alentejo e para confirmar, não à nada como subir aos miradouros e ver com os próprios olhos. Não me faz inveja porque já lá estive mais que uma vez, até ajudei a apanhar cortiça, dormia numa casa de campo, era despertado pelo Galo Patos e Vacas,rsrs. naquele tempo, isto sim, é que era qualidade de vida… aconselho a todos uma visitinha e que não seja a correr para melhor desfrutar o que esta zona tem de belo… não esqueça de confraternizar com os locais… até pode contar anedotas Alentejanas que eles não se importam,rsrs.
    Inté. L.F.

  4. Dina e Chino Desde há alguns anos que todos os verões vou passar uns dias para aquela zona, aliás, um pouco mais acima mas sempre fazemos uma ronda por terra do Alto Alentejo e Beira Baixa. Vale a pena. E agora há uma série de aldeias que foram restauradas e onde há muito turismo de habitação. Ainda bem . Boa tarde – Palma

  5. Luis Furtado: Não vi os tais pássaros pelas costas. Mas a Castelo Vide só fui uma vez mas espero fazê-lo da próxima. Na verdade é como você diz. O despertar naquelas zonas é bem diferente dos ruídos das cidades. E como eu gosto de ouvir os galos pela manhã. É bom que a malta viaje cá dentro antes de partir para além fronteiras. É que há muita coisa que os portugueses desconhecem nas suas próprias terras. \\ Hoje por aqui está um dia que se pode chamar de maravilhoso. Sol, temperatura amena e lá ao longe o mar azulinho do nosso Algarve. Único! Abraço – Palma

  6. Apesar de gostar muito dessas vilas de que falam peço imensa desculpa por incluir aqui uma crónica de Baptista Bastos é que vale a pena ler: Obrigado.
    ‘O discurso, além de tolo, era um arrazoado de banalidades, redigido num idioma de eguariço. São conhecidas as amargas dificuldades que aquele senhor demonstra em expressar-se com exactidão. Mas, desta vez, o assunto atingiu as raias da nossa indignação. Segundo ele de si próprio diz, tem sido um estadista exemplar, repleto de êxitos políticos e de realizações ímpares. E acrescentou que, moralmente, é inatacável.

    O passado dele não o recomenda. Infelizmente. Foi um dos piores primeiros-ministros, depois do 25 de Abril. Recebeu, de Bruxelas, oceanos de dinheiro e esbanjou-os nas futilidades de regime que, habitualmente, são para “encher o olho” e cuja utilidade é duvidosa. Preferiu o betão ao desenvolvimento harmonioso do nosso estrato educacional; desprezou a memória colectiva como projecto ideológico, nisso associando-se ao ideário da senhora Tatcher e do senhor Regan; incentivou, desbragadamente, o culto da juventude pela juventude, característica das doutrinas fascistas; crispou a sociedade portuguesa com uma cultura de espeque e atrabiliária e, não o esqueçamos nunca, recusou a pensão de sangue à viúva de Salgueiro Maia, um dos mais abnegados heróis de Abril, atribuindo outras a agentes da PIDE, “por serviços relevantes à pátria.” A lista de anomalias é medonha.

    Como Presidente é um homem indeciso, cheio de fragilidades e de ressentimentos, com a ausência de grandeza exigida pela função. O caso, sinistro, das “escutas a Belém” é um dos episódios mais vis da história da II República. Sobre o caso escrevi, no Negócios, o que tinha de escrever. Mas não esqueço o manobrismo nem a desvergonha, minimizados por uma Imprensa minada por simpatizantes de jornalismos e por estipendiados inquietantes. Em qualquer país do mundo, seriamente democrático, o dr. Cavaco teria sido corrido a sete pés.’

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