Loulé, 110 anos de Carnaval

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Passam agora 110 anos que o «carnaval civilizado», como lhe chamaram alguns louletanos, chegou à nossa terra. Antes, brincava-se ao carnaval nas ruas da vila, mas com uma violência tal que muitas pessoas se fechavam em casa com receio das tais brincadeiras. Um grupo de louletanos abastados e que conheciam já naquele tempo alguns países da europa, trouxeram para cá algumas ideias do que tinham visto em vários carnavais nomeadamente em França no de Nice, cidade que ainda hoje é detentora de um dos mais famosos carnavais da Europa com as suas grandiosas Batalhas de Flores. Juntando-se a outros conterrâneos que gostaram da ideia de um carnaval civilizado para a nossa vila deram início ao 1º Carnaval, na que é hoje a Praça da República, no já longínquo ano de 1906. Passam portanto agora, sobre essa data, cento e dez anos.

Loulé continua a ser um dos mais famosos carnavais de Portugal, com a originalidade dos carros serem ainda forrados a flores de papel e naturalmente também com outros materiais mais actuais que entretanto chegaram ao mercado.

Aqui deixamos algumas fotos do 110 º Carnaval que agora findou. Até para o ano.

Fotos de : Luís Henrique da Cruz e José Costa.

3 comentários a “Loulé, 110 anos de Carnaval

  1. Quem gosta desta MANHA DE CARNAVAL do brasileiro JOAO GILBERTO ?
    Manhã, tão bonita manhã
    Na vida, uma nova canção
    Cantando só teus olhos
    Teu riso, tuas mãos
    Pois há de haver um dia
    Em que virás
    Das cordas do meu violão
    Que só teu amor procurou
    Vem uma voz
    Falar dos beijos perdidos
    Nos lábios teus

    Canta o meu coração
    Alegria voltou
    Tão feliz a manhã
    Deste amor

    Link: http://www.vagalume.com.br/joao-gilberto/manha-de-carnaval.html#ixzz40L4fqbXv

  2. Brasil
    Muito tempo depois, no século 17, a festa chegou ao Brasil por meio dos portugueses. Com o nome de intrudo, baseado principalmente em brincadeiras em que pessoas sujavam umas as outras como o mela-mela. “Havia uma distinção social nessa festa. As famílias brancas brincavam nas casas e os escravos brincavam nas ruas”, diz Rita.

    Com a declaração da independência do Brasil, em 1822, o intrudo, de raiz colonial, passou a ser visto como algo negativo e atrasado. Por isso, a partir da iniciativa de intelectuais, artistas e imprensa, houve um rompimento com a tradição colonial na segunda metade do século 19 e a adoção no País de modelos de festa trazidos da Itália e da França, já com o nome de Carnaval (que teria o sentido de “adeus à carne”). “Aí que entraram os bailes e os desfiles nas ruas com alegorias”, destaca Rita.

    Segundo Voltaire Schilling, a partir de 1935, com o crescente centralismo estatal determinado pela Revolução de 1930, começou-se a sufocar a espontaneidade popular submetendo os desfiles populares a regulamentos, horários e trajetos a serem cumpridos à risca. Ganharam destaque a partir de então os desfiles das escolas de samba, principalmente no Rio de Janeiro.

    DO Blog TERRA

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