M A L U D A

A pintora Maria de Lourdes Ribeiro mais conhecida por Maluda, nasceu em 1934 em Pangim no Estado de Goa na, então, Índia Portuguesa. Viveu desde 1948 em Lourenço Marques (Maputo) em Moçambique, onde começou a pintar e se formou. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, viveu em Paris entre 1964 e 1967, e Suiça e Londres entre 1976 e 1978

 

A sua obra abraça vários géneros, incluindo retratos, serigrafias, tapeçarias,  painéis murais, ilustrações e selos de correio, mas o principal da pintura de Maluda está muito voltado para a síntese da paisagem urbana e rural. Em 1989 recebeu o prémio mundial para o melhor selo.

Em 1994 recebe o prémio “Bordalo Pinheiro” atribuído pela Casa da Imprensa, e no âmbito da “Lisboa Capital da Cultura”, realiza uma grande exposição individual no Centro Cultural de Belém em Lisboa.

Durante a sua vida efectuou 24 exposições individuais, e as suas obras estão na posse, por exemplo, da Fundação Calouste Gulbenkian, passando por colecções particulares, instituições do Estado, tanto em Portugal como no estrangeiro.

Morre em 10 de Fevereiro de 1999.

“Vim do Oriente, onde nasce a luz; passei por África, onde aprendi a amar a vida; cheguei à Europa, onde estudei pintura na cidade das luzes; depois fixei-me em Lisboa. Gradualmente refiz o percurso labiríntico em direcção à luz. Cada passo revela, à sua maneira, esse jogo de sombras e de luz que é a vida e a morte, a sabedoria e a ignorância. Eu pinto. É uma aventura que não troco por nenhuma outra.”

Maluda na revista “Galeria de Arte” nº 5 de Julho/Agosto de 1996

( Agradecimentos – Fonte : Blog – http://restosdecoleccao.blogspot.pt/search/label/Maluda – Editor Jose Leite )

 

4 comentários a “M A L U D A

  1. Sempre fui admiradora desta mulher que elevou a arte poruguesa ao longo da sua vida. Morreu cedo mas a obra ficou.

  2. “Maluda encontra plena justificação de modernidade estética e de actualidade sociológica. Retratos da terra que habitamos, os seus quadros retratam nos a nossa verdade que ocultamos. Aí, também as suas paisagens passam da representação à relação do mistério, subjacente no desnudar das aparências festivas. A nudez plástica das paisagens de Maluda é imagem desolcultada de algo que as palavras não sabem e onde a sua pintura reencontra a sabedoria imemorial das autênticas realizações artísticas. O ser moderno é sempre a procura dessa antiquíssima eloquência.” Trecho de Fernando Pernes para o Catálogo da Exposição Individual na Galeria Dinastia, no Porto, em 1978.

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